Pão Doce com Canela

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Hoje foi o início do horário de verão aqui. Embora a rotina não mude muito, eu demoro a acostumar e fico completamente atrapalhada nas primeiras semanas. Esse pão macio (que até se desmancha na hora de cortar) é um dos favoritos no café-da-manhã aqui em casa.

Costumo prepará-lo quando tenho visitas e todos adoram. Dada sempre prefere mais docinho e por isso, aumento as quantidades de açúçar e canela no recheio. Vale o critério de cada pessoa.

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Ultimamente, pela praticidade, venho sovando a massa na máquina de pão, mas antes de adquirí-la, fazia manualmente com os mesmos resultados. A mistura para pincelar, conforme estipulada na receita, rende muito e acho desnecessário usar o ovo inteiro.


Pão Doce com Canela

2 colheres (sopa) de manteiga sem sal (usei azeite de oliva)
1/3 xícara (chá) de leite morno
1/4 xícara (chá) de água morna
1 pacotinho de fermento para pão (2 1/2 colheres de chá aproximadamente)
3 colheres (sopa) de açúcar granulado (mais para o recheio)
2 ovos (1 para a massa e outro para pincelar)
2 1/4 xícara (chá) de farinha de trigo (uso sempre a especial para pães)
1/2 colher (chá) de sal
1 colher (chá) de canela em pó (eu acrescento mais)


Misturei o fermento, a água morna, um pouquinho do açúcar e deixei descansar por 5 minutos até fermentar.

Coloquei os ingredientes na panificadora. Primeiro o leite, o azeite de oliva, o ovo ligeiramente batido, o fermento reservado. Em seguida, adicionei 1 colher (sopa) o açúcar, a farinha e o sal. Programei a função apropriada para o preparo e descanso da massa.

Antes do ciclo terminar, preaqueci o forno, 200 C, untei uma forma de bolo inglês, preparei o recheio misturando o restante do açúcar e canela.

A consistência da massa estava boa. Coloquei em superfície untada com óleo e abri com um rolo untado, formando um retângulo. Pincelei com um pouquinho de azeite doce (manteiga para quem usá-la), só para ajudar a fixar o recheio. Enrolei bem apertadinho como se fosse um rocambole e coloquei na forma com a extremidade para baixo. Deixei crescer coberto, em lugar fechado, até dobrar de volume (cerca de 45 min). Pincelei cuidadosamente com ovo batido e leite. Levei ao forno (180 C) até dourar, no meu forno 25 min. Retirei do forno, deixei descansar por 10 min antes de desenformar. Só cortei depois de quase frio.

Talharim Verde

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Tempo, tempo, tempo. Eu tenho a impressão que se o dia tivesse trinta horas ainda seria pouco.

Essa é a massa que usei com o atum e azeitonas. Antigamente, eu usava espinafre, conforme as seguintes receitas, mas o sabor deixava a desejar. Depois que encontrei essa idéia, ficamos mais safisfeitos. A cor da massa varia conforme a quantidade de ervas utilizada e às vezes, para variar, uso apenas uma delas.

Talharim Verde

1 1/2 xícara (chá) de farinha de trigo
2 ovos
1/2 xícara de manjericão fresco
2 colheres (sopa) de coentro fresco (só as folhas)
1 colher (sopa) de azeite de oliva

Passe todos os ingredientes no processador até formar uma bola. Coloque em superfície polvilhada e,
se necessário, ajuste a consistência da massa com um pouco mais de farinha. Coloque numa tigela e cubra com um pano úmido. Deixe descansar por 15 min.

Divida a massa, passe no cilindro até a espessura desejada e forme as tiras. Depois de prontas, passe pelo cortador. Pendure o talharim e deixe estiradinho até a hora de usar ou forme montinhos e cubra com pano úmido, se planeja demorar. Cozinhe em bastante água e sal até ficar al dente. Não deixe cozinhar demais.

Adaptado de Southwestern Vegetarian